ARTE BRASIL – ESPECIAL NATAL
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O natal significa
A palavra ‘natal’ do português já foi ‘nātālis’ no latim, derivada do verbo ‘nāscor’ (nāsceris, nāscī, nātus sum) que tem sentido de nascer. De ‘nātālis’ do latim, evoluiram também ‘natale’ do italiano, ‘noël’ do francês, ‘nadal’ do catalão, ‘natal’ do castelhano, sendo que a palavra ‘natal’ do castelhano tem sido progressivamente substituída por ‘navidad’ como nome do dia religioso.
Já a palavra ‘Christmas’ do inglês evoluíu de ‘Christes maesse’ (‘Christ’s mass’) que quer dizer missa de Cristo.
História dos usos
Como adjetivo, significa também o local onde ocorreu o nascimento de alguém ou de alguma coisa. Como festa religiosa, o Natal, comemorado no dia 25 de dezembro desde o Século IV pela Igreja ocidental e desde o século V pela Igreja oriental, celebra o nascimento de Jesus e assim é o seu significado nas línguas neo-latinas. Muitos historiadores localizam a primeira celebração em Roma, no ano 336 D.C.

Sinopse: Às vésperas do Natal, uma família aloprada esquece o filho caçula em casa, antes de embarcar de férias para a Europa. O garoto não se apavora e, livre da censura familiar, comete mil e uma peraltices. E mais: enfrenta uma dupla de ladrões (uma versão em dueto dos Três Patetas) que invade sua casa. O jogo de gato e rato entre o menino esperto e os larápios otários é uma das mais deliciosas cenas de humor do cinema.
Amigo(a),
Todos os dias deste ano,
Você esteve presente.
Fazendo-me sorrir quando eu mais queria chorar.
Todas suas palavras confortaram
Meu coração quando eu mais precisei.
E é com todo carinho que desejo
Tudo de bom na sua vida,
Um Natal repleto de alegrias.
E que todos seus sonhos se tornem realidade neste
E em todos os Natais que ainda virão.
Um forte abraço.
E Feliz Natal
As canções natalinas são símbolos do Natal e as letras retratam as tradições das comemorações, o nascimento de Jesus, a paz, a fraternidade, o amor, os valores cristãos. Os Estados Unidos têm antiga tradição de celebrar o Natal com músicas típicas. No Brasil, esta tradição, além das familiares, só se tornou popular e comercial nos anos 90, com o 25 de Dezembro lançado pela cantora Simone: Ao lançar, no ano passado, o disco natalino 25 de Dezembro, a cantora Simone quebrou um tabu. Ao contrário do que ocorre nos Estados Unidos e na Europa, os cantores brasileiros não têm o costume de lançar, no mês de dezembro, discos com músicas de Natal.
NATAL! Tempo em que nasce nos homens, sentimentos bons e fraternos para serem cultivados em toda nossa caminhada.
Toda a alegria do mundo neste Natal e que todos os seus sonhos se realizem no novo ano.
Que o Natal de vocês seja a esperança do ano que está por vir, com todas as realizações possíveis e imaginárias. Feliz Natal e Ano Novo!
De acordo com o almanaque romano, a festa já era celebrada em Roma no ano 336 d.C.. Na parte Oriental do Império Romano, comemorava-se em 7 de janeiro o seu nascimento, ocasião do seu batismo, em virtude da não-aceitação do Calendário Gregoriano. No século IV, as igrejas ocidentais passaram a adotar o dia 25 de dezembro para o Natal e o dia 6 de janeiro para Epifania (que significa “manifestação”). Nesse dia comemora-se a visita dos Magos.
Segundo estudos, a data de 25 de dezembro não é a data real do nascimento de Jesus. A Igreja entendeu que devia cristianizar as festividades pagãs que os vários povos celebravam por altura do solstício de Inverno.

Portanto, segundo certos eruditos, o dia 25 de dezembro foi adotado para que a data coincidisse com a festividade romana dedicada ao “nascimento do deus sol invencível”, que comemorava o solstício do Inverno. No mundo romano, a Saturnália, festividade em honra ao deus Saturno, era comemorada de 17 a 22 de dezembro; era um período de alegria e troca de presentes. O dia 25 de dezembro era tido também como o do nascimento do misterioso deus persa Mitra, o Sol da Virtude.
Assim, em vez de proibir as festividades pagãs, forneceu-lhes um novo significado, e uma linguagem cristã. As alusões dos padres da igreja ao simbolismo de Cristo como “o sol de justiça” (Malaquias 4:2) e a “luz do mundo” (João 8:12) revelam a fé da Igreja n’Aquele que é Deus feito homem para nossa salvação.
As evidências confirmam que, num esforço de converter pagãos, os líderes religiosos adotaram a festa que era celebrada pelos romanos, o “nascimento do deus sol invencível” (Natalis Invistis Solis), e tentaram fazê-la parecer “cristã”. Para certas correntes místicas como o Gnosticismo, a data é perfeitamente adequada para simbolizar o Natal, por considerarem que o sol é a morada do Cristo Cósmico. Segundo esse princípio, em tese, o Natal do hemisfério sul deveria ser celebrado em junho.
Há muito tempo se sabe que o Natal tem raízes pagãs. Por causa de sua origem não-bíblica, no século 17 essa festividade foi proibida na Inglaterra e em algumas colônias americanas. Quem ficasse em casa e não fosse trabalhar no dia de Natal era multado. Mas os velhos costumes logo voltaram, e alguns novos foram acrescentados. O Natal voltou a ser um grande feriado religioso, e ainda é em muitos países.
200 gramas de ameixa preta sem caroço picada
200 gramas de uva passa sem caroço
50 gramas de damasco picado
2 maçãs verde picadas
2 cenouras picadas
5 xícara (chá) de arroz cozido com óleo, sal e cebola
1 colher (sopa) de margarina
Em outra panela:
2 (sopa) de óleo
½ quilo de tomate sem pele e sem semente
100 gramas de azeitonas verde picadas
200 gramas de presunto em tirinhas
1 vidro de palmito 400 gramas
cheiro verde a gosto
1 lata de ervilha
1 cebola ralada
sal a gosto
Para cobrir:
250 gramas de mussarela ou 200 gramas de provolone
Cozinhar o arroz de forma convencional só com cebola, sal e óleo (sem utilizar alho), reservar. Refogar na margarina a ameixa, a cenoura, a uva passa, o damasco e a maçã tudo devidamente picado (não utilizar sal). Reservar. Em outra panela refogar no óleo a cebola, os tomates, o palmito, a ervilha, as azeitonas (esses primeiros picados) e o presunto cortado em tiras finas, desligar o fogo e acrescentar o cheiro verde. Numa refratária fazer camadas iniciando pelo arroz, depois o recheio de frutas, o recheio salgado, o arroz, recheio de frutas e continuar até terminar as camadas. Colocar o queijo (mussarela ou provolone, ou até os dois misturados) ralado grosso sobre o arroz, levar ao forno para derreter o queijo. Servir a seguir.